É difícil descrever, fazer palavras define quem você é, ou deixa de ser. Eu não acredito que ninguém é tão importante. Suponho que é como qualquer um, com certos defeitos, mas com qualidade. Pode ser constante, inconstante, ou até mesmo os dois ao mesmo tempo. Na maior parte do tempo, sou previsível, admito. Mas o imprevisível me seguiu, quando necessário. Eu posso ser bom e mau, o certo eo errado, a tristeza ea felicidade. Eu posso ser tudo, ou simplesmente nada. Talvez eu seja isso, um monte de coisas. Eu sempre gostei de acordar no meio da noite e ficar deitado pensando. Antes que eu pudesse notar, a manhã clareava rápido demais do lado de fora da minha mente. Eu sempre gostei de olhar pro sol nascendo, já notou como as nuvens ficam calmas quando ele as toca? Eu sempre gostei do cheiro do amanhecer, de algum modo quando eu respiro fundo, o ar é mais leve, ele desce frio e joga minhas dores para longe. Eu sempre gostei de novos dias. A vida me ensinou a dizer adeus às pessoas que amo, sem tira-las do meu coração. Sorrir às pessoas que não gostam de mim, para mostra-las que sou diferente do que elas pensam. Fazer de conta que tudo está bem quando isso não é verdade, para que eu possa acreditar que tudo vai mudar. Calar-me para ouvir, aprender com meus erros, afinal eu posso ser sempre melhor. A lutar contra as injustiças. Sorrir quando o que mais desejo é gritar todas as minhas dores para o mundo. A ser forte quando os que amo estão com problemas. Ser carinhoso com todos que precisam do meu carinho. Ouvir a todos que só precisam desabafar. Amar aos que me machucam ou querem fazer de mim depósito de suas frustrações e desafetos. Perdoar incondicionalmente, pois já precisei desse perdão. Amar incondicionalmente, pois também preciso desse amor. A alegrar a quem precisa. A pedir perdão. A sonhar acordado . A acordar para a realidade (sempre que fosse necessário). A aproveitar cada instante de felicidade. A chorar de saudade sem vergonha de demonstrar. Me ensinou a ter olhos para “ver e ouvir estrelas”, embora nem sempre consiga entendê-las. A ver o encanto do pôr-do-sol. A sentir a dor do adeus e do que se acaba, sempre lutando para preservar tudo o que é importante para a felicidade do meu ser. A abrir minhas janelas para o amor. A não temer o futuro. Me ensinou e esta me ensinando a aproveitar o presente, como um presente que da vida recebi, e usá-lo como um diamante que eu mesmo tenha que lapidar, lhe dando forma da maneira que eu escolher…
Notes